segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O CLUBE ECLÉTICO / PROJECTO OLÍMPICO

  •  Definição de uma política eficaz de comunicação interna e externa - O Sporting deve manter o bom marketing de início das épocas e manter relação estreita com os actuais patrocinadores, mantendo canais abertos com outras marcas para potenciar os seus resultados. Deve ter uma política de comunicação profissional que privilegie a marca Sporting e não apenas a assessoria de imprensa que tenta resolver os problemas diariamente.
  • Na área das modalidades ditas amadoras, base do apoio social do Clube, manter o ecletismo, seja através de uma política activa de patrocínios, seja, principalmente, pela construção de um pavilhão. 
  • Potenciar o uso da Academia também para outros desportos de alto rendimento, não só para o futebol. 
  • Incentivo à prática desportiva pelos sócios, seja nas modalidades existentes, seja apostando em novas modalidades de crescente popularidade como por exemplo o surf e BTT. 
  • Aposta forte no projecto olímpico e nos atletas que o clube terá em Londres. O Sporting Clube de Portugal arrisca-se a ser o clube mais representado nesta competição olímpica. Como tem sido em todo o seu historial. Naide Gomes, Francis Obikwelu, no atletismo, João Silva, Triatlo e João Pina, Judo, são um claro exemplo de atletas com condições para lutar por medalhas.
  •  O clube deve promover os seus atletas e o ideal olímpico do Sporting Clube de Portugal, angariar contratos publicitários para ajudar esses mesmos atletas que são a face mais visível do nosso ecletismo.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

FUTRE E FIGO

Os jornais de hoje asseguram que candidato Dias Ferreira terá Paulo Futre como Director do Futebol e o apoio de Luís Figo.

Começando pelo primeiro, Dias Ferreira afirma que "Paulo Futre é um dos emblemas do Sporting e um dos grandes emblemas da nossa formação”.

Lê-se e relê-se e nem queremos acreditar…

Será o mesmo Paulo Futre que com 18 anos rumou ao Porto? O mesmo Paulo Futre que mal jogou na equipa sénior, onde nunca ganhou nada? O mesmo Paulo Futre que no final de uma carreira (muito fraca em títulos) no estrangeiro chegou um dia à Portela para assinar pelo Sporting afirmando que tinha saído pelo dinheiro mas voltava pelo coração? E que no dia seguinte assinou de alma e coração pelo Benfica ?...

Quanto a Luís Figo, é por certo o mesmo Luís Figo que um dia, ainda júnior assinou pelo Benfica? E que de seguida assinou sem pestanejar por Parma e Juventus, ficando mesmo proibido de jogar em Itália. Para a seguir assinar pelo Barcelona, sem antes ter renovado o seu contrato com o Sporting (a conselho desse empresário de nome José Veiga…). O Sporting acabou por receber uma miserável verba de indemnização pela formação. Nesse mesmo ano, Fernando Couto, na mesma situação, renovou pelo Porto antes de sair, dando a ganhar muito dinheiro ao seu clube. O mesmo fez Sérgio Conceição no ano seguinte…

Seguiu-se uma carreira brilhante no Barcelona, onde era um ídolo, quase um Deus, mas a mesma foi  interrompida pela vontade de assinar pelo Real Madrid a troco de mais umas pesetas.

No final da carreira, Luís Figo, apesar de diversos apelos nesse sentido, sempre recusou terminar a mesma no Sporting. Foi, aliás elucidativa a forma como festejou os golos do Inter contra o Sporting. Não se lhe exigiria o recato de Ronaldo no Manchester, nem sequer as lágrimas de Rui Costa quando marcou contra o seu Benfica, mas aquele entusiasmo caiu muito mal em muitos Sportinguistas.

Recordamos, por fim, a ausência de Luís Figo no jogo de homenagem a um grande Sportinguista, Iordanov, tendo mandado uma carta que foi lida debaixo de um coro de assobios.

Luís Figo não é bem-vindo em Alvalade! Mesmo que traga consigo um fundo de milhões, patrocinado pelo BPN…

Estes exemplos já mostraram no passado que, para eles,  há outros interesses pessoais acima dos interesses do Sporting.  Está na hora de vermos o Sporting ser liderado por verdadeiros Sportinguistas que tenham como principal objectivo servirem o clube.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A GESTÃO DESPORTIVA

Abordámos a questão financeira, a qual condiciona tudo o mais, mas se a vertente desportiva falhar, não haverá receitas para pagar a dívida.
Alguns dos maiores clubes do mundo ao nível de receitas desportivas (Real Madrid, Manchester, Barcelona), são também os que têm maior passivo. Sobrevivem devido às referidas receitas.
O Sporting sem receitas, sem sócios e sem alma não sobreviverá.
O core business do clube é o desporto, em particular o futebol, é disso que temos de nos ocupar.

A Gestão Desportiva

i)             Futebol como alicerce do SPORTING - premência da criação de uma estrutura profissional para direcção desportiva do Clube, com projecto curto prazo, anual, e programas plurianuais, com uma duração média de ciclo trienal.  
ii)            Na política desportiva o investimento em jogadores deverá sempre estar condicionado pelo política orçamental. Deverá apostar-se essencialmente na formação e contratação de Homens, antes de Jogadores, dispondo para tal o scouting de uma estrutura profissional que inclua, entre outros, analistas de personalidades. As prioridades deverão ser:
1º Formação;
2º Contratação de jogadores de qualidade, experientes, que sejam efectivos reforços, seja no mercado nacional, seja no internacional, de preferência em fim de contrato;
3º Contratação de jogadores jovens (sub-23) nacionais e do mercado internacional, numa política clara de terminar a formação e promover ganhos financeiros com as respectivas transferências, sempre para o mercado internacional;
4º Jogadores emprestados apenas em casos pontuais e desde que se tenha direito de opção no final do empréstimo.
iii)           Essencial será a aposta num treinador conceituado corresponda ao perfil do projecto, que acrescente valor ao plantel e que consiga valorizar os jogadores. A equipa como um todo deverá ser mais do que a soma do valor dos jogadores.
iv)           Melhor compromisso entre o SPORTING clube formador e o SPORTING clube candidato à vitória em todas as provas que participa - Deve ser definida uma política de progressão de carreiras na formação, que valorize os activos da academia, sua inserção no plantel profissional, numa equipa “B” (preferencial) ou em clubes com acordos preferenciais onde possam “rodar” e evoluir de forma acompanhada, sempre próximos da base e devidamente acompanhados.
v)            As relações do SPORTING com o mercado – Deve ser definida uma política de contratações e dispensas de jogadores obedecendo ao projecto; obrigatoriedade de não criar dependência relativamente a nenhum empresário; Definição de uma estrutura de observadores, ao nível internacional, suportada em grande parte nos ex-jogadores do Sporting, devidamente formados e preparados, que certamente ficaram com uma ligação emocional ao clube e que estando espalhados pelo mundo poderiam ser uma mais valia na detecção precoce de craques.
vi)           Criar uma verdadeira política de comunicação do clube, e não permitir que toda a gente opine sobre todos os assuntos, com várias vozes a falarem e nem sempre no mesmo sentido, exposição e dramatização de casos na praça pública.

vii)         Fechar a equipa e o projecto a 3ºs que com maior ou menor mediatismo se congratulam publicamente de chegar junto do grupo e transmitir-lhe conselhos e recados;

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A QUESTÃO FINANCEIRA

Nos últimos anos o clube tem andado de reestruturação financeira em reestruturação financeira, sucedem-se as renegociações, as operações financeiras, mas os números que retratam a actividade são elucidativos:

Área financeira – Sporting Clube de Portugal


Nos últimos 3 anos o Resultado Operacional do SCP, apesar de positivo não tem sido suficiente para compensar os elevados custos financeiros:


Área financeira – Sporting SAD


Com excepção para o ano de 2008, a Sporting SAD apresenta resultados operacionais negativos antes dos resultados com venda de jogadores, dos resultados financeiros e impostos.


Os resultados dos últimos dois anos reflectem o impacto dos investimentos na equipa de futebol e a redução das receitas.


De 2007 a 2010 o Passivo da Sporting SAD cresceu cerca de 45 Milhões de euros


Área financeira - Conclusão

Obrigatório impor na gestão do Grupo Sporting: 
  • Orçamento de actividade de acordo com as receitas estimadas;
  • Rigor no controlo dos custos e na execução orçamental;
  • Obtenção de Resultados Líquidos positivos de forma a iniciar-se o processo de aumento dos Capitais Próprios; 
  • Implementação de Mecanismos/Procedimentos que imponham o cumprimento das orientações acima definidas;
  • Forte exigência no retorno dos investimentos a realizar de forma a impedir que os nossos recursos não se tornem em rendimentos de terceiros:
 - Sporting como fonte de rendimento de terceiros - Rivais


 - Sporting como fonte de rendimento de terceiros - Clubes Europeus
 - Sporting como fonte de rendimento de terceiros - Contratações Falhadas



 - Sporting como fonte de rendimento de terceiros - Agentes
  • Jorge Mendes foi eleito no Dubai, o Melhor Agente do ano, na atribuição dos "Globe Soccer Awards 2010";
  • Transferiu Hugo Viana para o Newcastle, Cristiano Ronaldo e Nani para o Manchester United;
  • Em 2009, o empresário ganhou 4 Milhões de Libras com a transferência de Ronaldo para o Real Madrid, jogador que representa desde os tempos de formação no SCP.
     
 - Sporting como fonte de rendimento de terceiros - Empresários

Na revista “As 1000 maiores – Análise e listagem das maiores empresas portuguesas – Edição de 2010”, integrante do jornal Expresso, constata-se:
  • No ranking elaborado com base no Volume de negócios de 2009 a Olivedesportos aparece em 415º lugar. A Olivedesportos apresenta 68,2 Milhões de Euros de Volume de negócios e um Resultado Líquido de 48,0 Milhões de euros (!);
  • É a 3ª maior empresa portuguesa no indicador Rentabilidade dos Capitais Próprios, com 517%;
  • É a 5ª maior empresa portuguesa no indicador Rentabilidade das Vendas, com 70%;




sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O NOSSO CONTRIBUTO

O Movimento Sporting Sempre surgiu no passado dia 18 de Janeiro.
O momento do clube é decisivo e impõe-se a ruptura com o passado recente que ameaça perpetuar-se.
Desde então temos crescido, em número de elementos, na blogosfera, nas redes sociais e apoios diversos por parte da família leonina.
Mais do que um movimento eleitoral, somos um grupo de Sportinguistas que pretende dar o seu contributo de forma desinteressada ao clube, mesmo após as eleições.
Ao contrário do que vem sendo constantemente repetido nos jornais, o Sporting não precisa de ninguém “que tenha boas relações com a banca” e precisa menos ainda de “alguém que a banca aprove”.
A responsabilidade pela actual situação é de todos: dos dirigentes que ao longo dos últimos 15 anos têm (des)governado o Sporting, dos sócios que se neles votaram ou que se foram conformando, e também dos sócios que se afastaram, deixaram de pagar as quotas, comprar bilhetes, acompanhar a vida do seu clube.
Porque achamos que o Sporting é demasiado grande para se deixar arrastar para esta situação em que se encontra, por que acreditamos que na sua massa associativa, atletas e adeptos está a sua maior riqueza e potencial, porque citando o ex-Presidente e reconhecido sportinguista – Dr. Jorge Sampaio - “há vida para além do orçamento”, começamos com as linhas orientadoras das nossas ideias, as quais serão desenvolvidas numa base diária no blogue e no Facebook.
Trata-se de um documento em permanente evolução, aberto a sugestões de todos os que se identifiquem com o nosso projecto
Porque “o Sporting é o nosso grande amor!”.

Sumário das linhas orientadoras do Movimento Sporting Sempre:

ÁREA FINANCEIRA

- Auditoria às contas do Grupo Sporting;
- Rigor no controlo de custos e na execução orçamental - Orçamento elaborado em função das receitas estimadas;
- Obtenção de Resultados Líquidos positivos de forma a iniciar-se o processo de aumento dos Capitais Próprios;
- Forte exigência no retorno dos investimentos a realizar de forma a impedir que os nossos recursos não se tornem em rendimentos de terceiros.

GESTÃO DESPORTIVA

- Aposta numa estrutura profissional para gestão desportiva do Futebol, com um director desportivo experiente, com conhecimentos profundos ao nível do mercado de jogadores nacional e internacional;
- Contratar um treinador conceituado que acrescente valor ao plantel, que valorize os jogadores e com elevadas competências ao nível da motivação e liderança;
- Assegurar uma política de progressão de carreiras na formação, que valorize os activos da Academia  e a sua integração na equipa sénior.

CLUBE

- Definição de uma política eficaz de comunicação interna e externa;
- Manter a aposta no ecletismo e construção de um pavilhão;
- Aposta forte no projecto olímpico como forma de projecção do Sporting a nível internacional.

SÓCIOS

- Forte aposta nos núcleos e escolas como forma de trazer mais assistências ao estádio e de aproximar o clube dos seus sócios e adeptos;
- Apostar no estádio e zona circundante como local de congregação leonina, como por exemplo, sala para sócios;
- Trazer para o estádio mais treinos da equipa profissional e mais jogos dos escalões de formação.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O PRIMEIRO DIA DO RESTO DA VIDA DO CLUBE: AS ELEIÇÕES

As eleições são todas elas importantes. Legitimar o poder instalado ou mudar drasticamente de rumo reforça a importância de todos os actos eleitorais em si. Dia 26 de Março, o grau atingirá, seguramente, o ponto mais alto da escala. Nunca umas eleições foram tão urgentes e necessárias. A herança é pesada. Dramática. Muito mais do que se pensava. Urge aparecer alguém, não para 18 meses, nem para um só mandato. É necessário pulso forte e estabilidade. E coragem para se apresentar às urnas e agarrar no Sporting Clube de Portugal. Continuidade versus sangue novo é o que está em causa.   
Até à data, nesta “pré-época” surgiram dois candidatos que se apresentaram publicamente, um outro que ainda reúne o seu staff e outro que ainda diz estar a pensar. Um, curiosamente o primeiro que se deu a conhecer, já saiu de cena antes de arrancar mesmo. Vamos ver os outros.
Começámos por ver e ouvir José Braz da Silva. Falou, prendou a atenção dos media e dos sócios adeptos, acenou com capitais angolanos que entrariam em Alvalade por via da criação de um Fundo de Investimento no valor de 50 milhões de euros pronto a ser injectado nos cofres leoninos para a construção de uma equipa de futebol. Foi com esta bandeira que José Braz da Silva se apresentou como candidato à presidência do SCP e aterrou de pára-quedas no mundo muito peculiar do futebol português.  
Com discurso sedutor, entre aparições seleccionadas nos media, algumas delas revelando pouco conhecimento da realidade leonina e portuguesa, disse que o fundo que apelidaria de FIFA (Fundo de Investimento Fechado Ambição) não era “nem preto, nem branco, era capital sportinguista” e estaria aberto a todos os sócios que decidissem investir. Angolano, incluído. Só não explicou foi qual o valor exacto: 20, 50 ou 100 milhões de euros.
As palavras até prometiam cair bem numa massa adepta ávida de um urgente abanão e que tem vindo a questionar o status quo instalado desde o reinado Roquette. Era um discurso que quem vai ao futebol gosta de ouvir: comprar, comprar e comprar. Investir, e muito, no futebol. Soava a mel. Não ninguém o provou. Nem viu.
Na hora da despedida não resistiu ao normal desfilar de grandes nomes do futebol mundial, de treinadores a jogadores, todos eles com contrato já assinado em caso de vitória. Os desmentidos seriam sempre o lado B deste disco.
Com populismos e sound-bytes programados, este grito Suão dado por um ilustre desconhecido no universo leonino, sem melhor explicação de quais eram os verdadeiros objectivos e ideias que defendia, teve o seu quê sonho quixoteano misturado com uma (perigosa) tendência sebastianista.
Desistiu. Acusou interesses instalados e diz ter sido vítima de um “homicídio público” por sms, sofrendo acusações anónimas que atentaram contra o seu bom nome. Saiu pela porta (grande) do Ritz.

Bruno Carvalho foi o senhor que se seguiu. Em conferência de imprensa apresentou-se “sem complexos”, o slogan que escolheu para a campanha. Jovem empresário (39 anos) puxou dos galões a sua infância passada na Juventude Leonina e Torcida Verde. Falou de eclectismo e de maior potência desportiva nacional, prometeu a construção de um pavilhão, temas que tocam o coração de qualquer Leão, e acenou, também ele, com um Fundo de Investimento – Sporting Champions - para reforçar o futebol. Este, diverso na essência, é idêntico no valor (pelo menos num que foi adiantado) em relação ao primeiro candidato que se perfilhou: 50 milhões de euros. E é fechado a sócios e adeptos. Para breve, prometeu a apresentação dos investidores, sentados a seu lado.
Presidente da Fundação Aragão Pinto, Bruno Carvalho, desfilou 93 medidas que deseja aplicar no clube. Em relação ao futebol bebeu inspiração do modelo apresentado recentemente por José Eduardo. Criação da equipa B e redução do plantel para 20 jogadores. E promete dar ao futebol a grandeza de outrora.
A seguir com atenção os próximos passos.
Godinho Lopes. Vice-presidente de Dias da Cunha tem sido falado como candidato. A sua apresentação formal de candidatura tem sido, até à data, intermitente e adiada. Antes de se apresentar, desfilam nomes de apoiantes à sua lista. Luís Duque, Rogério Alves, Paulo Pereira Cristóvão, Carlos Barbosa e Nobre Guedes, o “pai” da reestruturação financeira, que transitará da demissionária direcção.
O candidato da continuidade é um fantasma que carregará até dia 26 de Março. E a alma leonina não parece estar muito inclinada para o mais do mesmo.
Demasiado discreto, dá a entender que também ele irá investir forte no futebol. O que a ser verdade é já o primeiro sinal que quer quebrar com a linha de pensamento dos seus antecessores, demasiado agarrados à reestruturação financeira, esquecendo-se do plano desportivo. 
Por fim, Dias Ferreira, o eterno candidato a candidato, volta a colocar-se na fila da frente da exposição mediática. Diz estar a pensar. Diz estar preocupado. Diz que poderá ser candidato. Dia 14 de Fevereiro, quando cessar as suas funções de presidente da Assembleia - Geral, logo se saberá.
Na anterior eleição desistiu. A ver nesta.   
MSS

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

COSTINHA E LIEDSON

Costinha tem razão no que diz.

Costinha transmite o sentir da maioria (unanimidade?) dos Sportinguistas.

O problema de Costinha é o de quem acerta o euromilhões ao sábado, não serve de nada…

Costinha devia ter dito o que diz agora antes de Liedson ter saído. E, a verificar-se a saída, demitir-se depois.

Sempre evitava mais uma vergonha para a Direcção - que não o demite agora (vá lá saber-se porquê), para o clube – que deixa mais uma vez passar a imagem (verdadeira) de que cada um diz o que quer, que não se fala a uma só voz e que ninguém se entende na estrutura existente (EXISTE UMA ESTRUTURA?), por fim, para ele próprio, para que serve um director desportivo que deixa que estas situações ocorram? Porque fala tanto e faz tão pouco? Já alguém ouviu uma entrevista ao director desportivo do Porto? Pois…parece que o senhor está mais preocupado em descobrir jogadores como Hulk ou Falcão, ou receber de mão beijada jogadores como Moutinho…

A exibição e as palavras de Liedson ficarão na memória de todos os sportinguistas como o ponto mais alto, em termos emotivos, da época 2010/2011, e isso diz tudo sobre a actual situação.

O resto, é o espectáculo degradante a que assistimos…Até quando?

MSS